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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Fernando Caneca - Visitando Canhoto da Paraíba (2004)



"O guitarrista e violonista pernambucano Fernando Caneca lançou, em 2004, o CD instrumental Visitando Canhoto da Paraíba, pela gravadora Deck Disk. O repertório traz uma releitura da obra do paraibano Chico Soares, conhecido como mestre Canhoto da Paraíba*. No CD, Caneca experimenta novas sonoridades percussivas, sem perder a característica da música nordestina de Canhoto. Caneca é bem conhecido na cena musical, tocou ao lado de grandes nomes da música, como Ivan Lins, Gal Costa, Marisa Monte, Simone, Zélia Duncan, Vanessa da Mata e Paula Morelenbau. Certamente um grande presente para os fãs da boa música instrumental."
nada
Francinne Amarante
nada
* o apelido "Canhoto" vem de criança, quando Chico Soares era obrigado a compartilhar o instrumento com os irmãos e não podia inverter as cordas, o que o fez tocar em um instrumento afinado para destros
nada
nada
1- Visitando o Recife
2- Glória de Relâmpago
3- Tua Imagem
4- Dezenove de Março
5- Lembrança que ficou
6- Agudinho
7- Cordão Amigo
8- Tá Quentinho
9- Choro na Madrugada
10- Com mais de Mil
11- Todo Cuidado é Pouco
12- O Grito do Mestre Sérgio
13- Forrobodó [Fantasia Nordestina]
Canhoto da Paraíba - Pisando em Brasa (1993)



Canhoto da Paraíba nasceu numa família de músicos, em que o avô, Joaquim Soares, era clarinetista, e seu pai, Antônio, tocava violão, convivendo assim desde criança com as serestas e saraus musicais que aconteciam em sua casa. Conheceu em sua infância diversos músicos de sua região natal, como o acordeonista Zé Costa, o saxofonista Manuel Marrocos, os violonistas Zé Micas e Luís Dantas, além do maestro Joaquim Leandro, regente da banda da cidade de Princesa Isabel. Foi com o maestro Joaquim Leandro que aprendeu os primeiros passos musicais. Exerceu a função de sacristão, encarregado de tocar o sino da igreja, o que fazia de maneira especial e que chamava a atenção de todos. Chegou a executar o frevo Vassourinha no sino da igreja. Recebeu do pai o seu próprio violão, tendo perdido o instrumento quando o dono de um bar o quebrou na cabeça de um freguês. Aos 16 anos, recebeu um segundo violão, iniciando então um aprendizado mais sistemático. Era convidado constantemente a animar festas, através do sistema de alto-falantes de sua cidade, a Voz de Princesa e Ibiapina, que reproduzia em praça pública um auditório de rádio. Solava choros e valsa, executando composições de Pixinguinha, Jacó do Bandolim e Ernesto Nazaré. Em 1998, sofreu uma esquemia cerebral e ficou com o lado esquerdo do corpo paralisado, o que o impediu de continuar tocando. Faleceu em sua casa, na região metropolitana do Recife, aos 82 anos de idade, vítima de um enfarto.
nada
fonte: Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira
nada
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1- Pisando em Brasa
xxParticipação especial: Raphael Rabello
2- Tá Quentinho
3- Reencontro com Paulinho
xxParticipação especial: Paulinho da Viola
4- Memórias de Sebastião Malta
xxParticipação especial: Raphael Rabello
5- Lá vai Barreira
6 1º de Março
7- Mulher Rendeira
xxParticipação especial: Jehovah da Gaita
8- Glória da Relâmpago
9- Lourdinha
10- Escadaria
11- Ilha de Santo Aleixo
12- Cordão Amigo
xxxParticipação especial: Raphael Rabello