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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Egberto Gismonti - Em Família (1981)



Egberto Gismonti é daqueles instrumentistas de talento indiscutível. Nascido em família de músicos, filho de libanês com italiana, começou tocando piano, foi se interessando pelos sopros e cordas até ganhar o mundo, sem nunca esquecer sua pequena Carmo, estado do Rio de Janeiro. Entusiasta da música popular à erudita, estudou em conservatórios com renomados músicos em Paris e a sonoridade dos índios do Xingu, o que lhe garantiu subsídios para criar sempre. Em 1968 participou do Festival da TV Globo com a música O Sonho, defendida por Os Três Moraes. Em 1969, depois de circular a Europa fazendo shows, voltou ao Brasil para lançar o primeiro LP Egberto Gismonti e concorrer, em 1970, ao V Festival Internacional da Canção com Mercador de Serpentes. Foi quando começou a alternar idas e vindas entre os dois continentes, gravando 15 discos só entre 1977 e 1993, com nomes como Naná Vasconcelos, Charlie Haden e Jan Garbarek. Consagrado, recomprou seu repertório inicial e lançou selo próprio, o Carmo, escolhendo como, onde, com quem e quando gravar, situação de poucos músicos brasileiros.
nada
fonte: Showlivre.com
nada
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1- Lôro
2- Don Quixote
3- Em Família
4- Sanfona
5- Folia
6- Choro
7- Auto-retrato
8- Branquinho / Passarinho / Feito em Casa

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Egberto Gismonti - Sol do Meio Dia (1977)



"(...) A música de Egberto Gismonti abrange uma vasta gama de paletas sonoras, texturas, dialetos musicais e estados de espírito. Pode soar grandiosa ou introspectiva, dramática ou lúdica, nostálgica ou futurista, brasileira ou oriental. Suas composições são concebidas para os mais variados efetivos instrumentais, desde o violão solo até a orquestra sinfônica, passando pelos instrumentos étnicos e os teclados eletrônicos. (...)"
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V. A. Bezerra
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fonte: Ejazz
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1- Palácio de Pinturas [Construção da Aldeia]
2- Raga [Festa da construção]
3- Kalimba [Lua cheia]
4- Coração [Saudade]
5- Café [Procissão do Espírito]
6- Sapain [Sol do Meio Dia]
7- Dança Solitária nº 2 [Voz do Espírito]
8- Baião Malandro [Fogo na Mata - Mudança]

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Egberto Gismonti - Trem Caipira (1985)



"Hoje o mais internacional dos instrumentistas contemporâneos brasileiros, Egberto Gismonti decidiu, pela primeira vez, fazer todo um disco com obras de um outro autor. Compositor e instrumentista múltiplo, renovador a cada momento e com uma carreira espalhada em discos feitos na Europa, Estados Unidos e Brasil, com uma agenda internacional das mais ocupadas, Gismonti deu um tempo em 1985 para reestudar Villa-Lobos. E num trabalho extremamente respeitoso - mas ao mesmo tempo renovador - realizou Trem Caipira (EMI-Odeon), com toda justiça incluído entre os melhores LPs instrumentais do ano.
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Pela importância dessa proposta de dar nova dimensão a oito temas de Villa-Lobos, Gismonti se dispôs a deixar a tranqüilidade de seu estúdio-refúgio no Jardim Botânico, Rio de Janeiro (onde tem produzido excelentes LPs pela Carmo, com novos e antigos talentos), e saiu Brasil afora, divulgando o disco. Um disco de tamanha riqueza e inovação, mas, ao mesmo tempo, extremamente correto na preservação do espírito musical de Villa-Lobos, que desde seu lançamento, há 3 meses, vem merecendo longas apreciações e ampla cobertura, especialmente com as entrevistas de Gismonti. Basicamente de teclados - mas tendo participações especiais (entre outros, Nivaldo Ornelas no sax soprano; Jaques Morelembaum no violoncelo), O Trenzinho do Caipira (obra que tem várias letras, mas oficialmente reconhecida é a do poeta Ferreira Gullar) ocupa 8'30" e abre com toda a criação de uma quase sonoplastia que envolve o ouvinte no clima e topografia da obra descritiva de Villa. Em seguida temos Dansa (movimento da Bachiana nº 4), a Bachiana nº 5 e Desejo (letrada por Guilherme de Almeida) completam o lado um. No lado dois, quatro outros temas: Cantiga, ao longo de sete minutos; Canção do Carreiro (letrada por Ribeiro Couto), Prelúdio e Pobre Cega (letrada por Álvaro Moreira), ambas com 5'28" cada uma.
nada
Villa-Lobos na interpretação de Egberto Gismonti se constitui naquela categoria especial de discos que exigem múltiplas audições e justificam muitas interpretações. Gismonti e Villa, brasileiros que internacionalizaram seus talentos, num encontro especial e que merece ter uma edição em laser, tão logo a tecnologia do CD chegue industrialmente ao Brasil."
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Aramis Millarch
Jornal Estado do Paraná, em 9/2/1986
nada
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1- O Trenzinho do Caipira
2- Dansa
3- Bachianas Brasileiras Nº 5
4- Desejo
5- Cantiga
6- Canção do Carreiro
7- Prelúdio
8- Pobre Cega

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Egberto Gismonti - Egberto Gismonti (1984)













1- Coração da Cidade
2- Sol no Asfalto
3- Mambembe
4- Carta Marítima
5- Força Lascada
6- Passe de Música
7- Caravela
8- Cigana
9- Festa Brasileira

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