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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Stan Getz & Luiz Bonfá - Jazz Samba Encore! (1963)



"Here's some more bossa nova from Stan Getz when the bloom was still on the first Brazilian boom. This time, however, on his third such album, Getz relies mostly upon native brazilians for his backing. Thus, the soft-focused grooves are considerably more attuned to what was actually coming out of Brazil at the time. Two bona fide giants, Antonio Carlos Jobim and Luiz Bonfá (who gets co-billing), provide the guitars and all of the material, and Maria Toledo contributes an occasional throaty vocal. Getz injects more high-wailing passages into his intuitive affinity for the groove, even going for some fast bop on Um Abraço no Getz, and Bonfá takes adept care of the guitar solos against Jobim's rock-steady rhythm. Clearly Jobim's songwriting contributions - Só danço Samba, How Insensitive, and O Morro não tem Vez - would have the longest shelf life, and though the album didn't sell as well as its two predecessors, it certainly helped break these tunes into the permanent jazz repertoire. Avid bossa nova fans will certainly treasure this album for the lesser-known Bonfá tunes."
nada
Richard S. Ginell
nada
nada
1- Sambalero
2- Só danço Samba
3- Insensatez
4- O Morro não tem vez
5- Samba de Duas Notas
6- Menina Flor
7- Mania de Maria
8- Samba vem correndo
9- Um Abraço no Getz
10- Ebony Samba
11- Ebony Samba (2ª versão)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Luiz Bonfá - Brazil's King of the Bossa Nova and Guitar (1962)



Um dos integrantes do primeiro grupo de músicos da bossa nova, compositor de clássicos como Manhã de Carnaval e Samba do Orfeu (ambas com Antônio Maria), Luiz Bonfá começou a tocar violão de ouvido, na infância, na cidade do Rio de Janeiro. Aos 12 anos passou a ter aulas de violão clássico com o uruguaio Isaias Savio. Na década de 40 tocou na Rádio Nacional, ao lado de Garoto. Participou de alguns conjuntos, como o Quitandinha Serenaders, até começar a carreira solo, como violonista. Teve atuação destacada como compositor, e seus primeiros sucessos foram gravados por Dick Farney, em 1953. A peça Orfeu da Conceição, com texto de Vinicius de Moraes, foi um marco em sua carreira. Tocou violão na gravação do disco da peça em 1956 e, três anos depois, compôs algumas das faixas que compunham a trilha sonora do filme de Marcel Camus (Orfeu do Carnaval), inspirado na peça. Participou do Festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em Nova York, 1962, e morou nos Estados Unidos de 1964 a 66 e nos anos 70, sempre respeitado como compositor refinado e exímio violonista. Uma de suas características é tocar fazendo amplo uso do recurso das cordas soltas, o que confere uma sonoridade ampla e grandiosa. Participou do Festival Internacional da Canção em suas três primeiras edições (1966, 67 e 68), com as músicas Dia das Rosas, defendida por Maysa, Vem Comigo cantar e Amada, defendidas por Luiz Cláudio (todas três em parceria com Maria Helena Toledo). Nos anos 70 dedicou-se ao jazz, trabalhando com o produtor Eumir Deodato e com o percussionista Dom Um Romão. Gravou diversos discos nos EUA que não foram lançados no Brasil. Voltou a gravar no Brasil no fim dos anos 80 e 90, lançando discos bem-sucedidos também nos Estados Unidos. Realizou um trabalho com a cantora Ithamara Koorax, que lançou o CD Almost In Love/The Luiz Bonfá Songbook em 1997. Almost In Love, composição de Bonfá, foi a única música brasileira gravada por Elvis Presley. Frank Sinatra, Sarah Vaughan, George Benson, Tony Bennett e Julio Iglesias são outros intérpretes que já cantaram músicas de Bonfá. Outros sucessos são De Cigarro em Cigarro, Correnteza, The Gentle Rain, Menina Flor, Mania de Maria e Sem esse Céu.
nada
fonte: CliqueMusic
nada
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1- Bonfá Nova
2- Cantiga da Vida
3- Amor por Amor
4- Dor que faz doer
5- Samba de Duas Notas
6- Teu Olhar Triste
7- Lila
8- Você chegou
9- Santeleco
10- Balaio
11- Sorrindo
12- Bossa em Ré