Mostrando postagens com marcador Radamés Gnattali. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Radamés Gnattali. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Radamés Gnattali - Suíte Popular Brasileira (1986)



"Para os que escrevem sobre música brasileira, pertença esta a que faixa for, Radamés Gnattali é sempre assunto sem possibilidade de exaustão. Considerado sem discordância um dos gigantes de nossa arte musical e tendo por companhia, nesta edição, apenas alguns poucos neste século, só bem recentemente veio tendo como sua importância nesses últimos 40 anos de MPB, em cujo inventário, a qualquer época, ele sempre se destaca nos momentos mais resolutivos.
nada
(...) Nesta reedição orportuníssima que faz a Continental, Radamés Gnattali está de volta em registros por ele realizados nos anos 50, mas que, observe-se, são anteriores a essa fase histórica apelidada de 'bossa nova', defendida ferozmente por alguns como 'redentora da MPB'. Os mais observadores, porém, haverão de perceber o quanto - através das composições e interpretações aqui contidas - se deve ao talento de Radamés em matéria de 'bossas' ou 'novidades redentoras'.
nada
(...) Eis aqui, enfim, uma mostra eloqüente da 'bossa' de Radamés Gnattali, infelizmente esquecido por esses que, remontando-se às origens da 'bossa nova', insistem em reconhecê-lo como o mais decisivo - e talvez mais importante - inspirador desse movimento tido como 'recuperador', mas que, certamente, já nasceu quando o próprio Radamés, por volta de 1932, deu início à sua atividade na MPB."
nada
J. L. Ferrete
nada
nada
1- Invocação a Xangô
2- Toada
3- Choro
4- Samba-canção
5- Baião
6- Marcha
7- Papo-de-anjo
8- Puxa-puxa
9- Bolacha Queimada
10- Pé-de-moleque
11- Amargura
12- Vou andar por aí
13- Cheio de Malícia
14- Escrevendo pra você

sábado, 13 de setembro de 2008

Radamés Gnattali - Retratos - c/ Chiquinho do Acordeon, Rafael Rabello e Orquestra de Cordas Brasileiras (1990)













"(...) Fora da boléia onde se agridem os ritualistas da burocracia, Radamés Gnattali exerceu-se com uma dignidade que é própria dos artistas que nasceram para florescer dentro de uma marginalidade em que vivem confinados. A palavra cultura ele a cultuou em seu terço de sons, em seus patuás grafitados por notas musicais, nos búzios que ele jogava sobre os pentagramas – único altar onde fazia uma celebração para-religiosa que independia do menor ou maior poder oficial, que aliás desprezava. No seu ateísmo cabiam alguns totens: Pixinguinha e Anacleto de Medeiros, por exemplo, coabitavam com Chagall em altar exclusivo."
nada
Hermínio Bello de Carvalho
nada
nada
1- Pixinguinha (choro)
2- Ernesto Nazareth (valsa)
3- Anacleto de Medeiros (schottisch)
4- Chiquinha Gonzaga (corta-jaca)
5- Amargura
6- Allegro Moderato
7- Adagio-Aria
8- Com Espírito (Prenda Minha)
nada
senha/password: musicainstrumentalbrasil